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Tempo de leitura: 5 minutos - Por: Patricia Wellisch

A COVID-19 teve seus primeiros casos confirmados na China, no final de 2019. Em seguida, propagou-se em vários países e foi caracterizada como uma pandemia no dia 11 de março de 2020 pela Organização Mundial de Saúde.

Essa doença é transmitida por meio de gotículas respiratórias e ao tossir ou espirrar, o doente pode contaminar objetos. Uma pessoa pode infectar-se ao tocar um objeto contaminado e em seguida tocar a sua boca ou nariz. De acordo com o Estadão, o vírus pode sobreviver até 72 horas em algumas superfícies.


Dinheiro é sujo

Uma pessoa infectada pode pegar seu dinheiro na carteira, entregar para o operador do caixa, que vai guardar com outras notas e em seguida passar esse dinheiro como troco para outra pessoa. O dinheiro em espécie passa pelas mãos de tantas pessoas, que o Governo da Coreia do Sul está colocando cédulas em quarentena por duas semanas, ou até mesmo queimando dinheiro para reduzir os riscos de contágio. 

Não devemos considerar apenas o contágio do vírus, devemos lembrar que dinheiro é sujo. A LendEDU promoveu um estudo onde atribuía uma pontuação para a quantidade de sujeira (germes e bactérias) encontrada em objetos. A matemática é simples, quanto maior a pontuação, mais sujo é o objeto. Para tomar como base, uma bancada de um estabelecimento que manipula comida deve ter pontuar 10 ou menos para ser considerada sanitária. 

Os resultados são impressionantes, a pontuação média das notas analisadas foi de 160. Já as moedas, 136. Para se ter uma idéia, uma barra de apoio do metrô de Nova Iorque contabilizou apenas 68. 

 

Então eu devo usar cartão? 

Se o dinheiro é sujo, uma solução simples seria usar um cartão de crédito ou débito. Mas é aí que você se engana. Você tira seu cartão do bolso, entrega para o operador, ele insere na maquininha, digita os valores, você a sua senha, confirma e recebe o cartão de volta. Ao longo de um dia, quantos cartões devem ser inseridos na máquina? Quantas pessoas vão digitar uma senha e confirmar? Quantos pagamentos com cartão você irá fazer ao longo de um dia? 

Pensando nisso, a LendEdu também analisou cartões de pagamento e os resultados são ainda mais chocantes. A pontuação média de um cartão é de 285 e apenas o chip possui um resultado de 252. O cartão mais sujo analisado apresentou um total de 1206 pontos. Como comparação, o banheiro da Penn Station, principal estação ferroviária interurbana de Nova York, somou apenas 163. Seu cartão é literalmente mais sujo que um banheiro público. 

 

O vírus odeia pagamentos sem contato!

Se os meios de pagamento mais usados hoje em dia podem ser um vetor para uma doença, o que pode ser feito para reduzir o contágio? A solução já existe e são os pagamentos sem contato. Entre eles estão as carteiras virtuais como Apple Pay, Google Pay que podem ser usadas em celulares com NFC, ou aplicativos de micro pagamentos como o AME Digital, que usa QR code. 

Nestas modalidades de pagamento, seu celular se torna o seu cartão e sem nenhum contato, um pagamento é confirmado. Mas ainda é necessário evitar encostar seu celular no terminal de pagamento e efetuar a higienização do aparelho após a operação. 

Sabemos que se um estabelecimento ainda não possui a maquininha mais moderna do mercado, ou uma parceria com uma empresa de micro pagamentos, o empreendedor vira refém das antigas formas de receber. Neste caso, a recomendação é lavar bem as mãos, incentivar o uso de álcool em gel em seu negócio e buscar novas soluções de pagamento. 

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